A mobilidade urbana no Brasil
Enviada em 11/08/2019
Desafio da locomobilidade
Ao analisar a história do Brasil, é possível perceber que o governo de Juscelino Kubitschek foi denominado como desenvolvimentismo, um período marcado pelos grandes investimentos em rodovia e meios de transportes, como o carro, símbolo capitalista pós guerra fria. Por consequência, ocasionou problemas no que tange a mobilidade urbana, isso é a dificuldade na capacidade do deslocamento, em especial nas grandes metrópoles, ocasionado devido a mal gestão pública atual e o sentimento individualista da sociedade. Isso mostra que é necessária uma rápida mudança para que tal problema possa ser devidamente solucionado.
Em primeira análise, por ser uma realidade nada recente, é perceptivel que o sentimento individualista colabora para o uso do próprio automovél. De acordo com o IPEA, Instituto de Pesquisas Econômica e Aplicada, cerca de 52% da população brasileira não se sente a vontade por utilizar os modais públicos para transporte. Diante desse exposto, essa atitude social é a causa dos problemas urbanos atuais, como o congestionamento nas vias. Pode-se dizer ainda que isso ajuda no desenvolvimento de doenças como o stress, aumento de pressão arterial e problemas respiratórios, pelo fato da demora no deslocamento casa-trabalho.
Ademais, a mal gestão pública atua na persistência do fato, uma vez que a população não para de crescer. Para o antropólogo brasileiro Darcy Ribeiro, ‘’nosso país foi o último a acabar com a escravidão e tem uma perversidade intrínseca na sua herança, que torna a nossa classe dominante eferma de desigualdade,de descaso. De maneira análoga, nos países subdesenvolvidos, como o Brasil, a ocupação em áreas urbanas ocorreu de forma acelerada e desordenada. Logo a sociedade civil não prioriza a utilização de movimentos sociais, que precionam o governo, para garantir seus direitos de mobilidade urbana.
Fica evidente, portanto, que medidas são necessárias para resolver o empasse. Para isso, urge que o Estado destine verbas para as Prefeituras com o intuito de criar novas linhas de mêtro e trens, movido a energia solar, que interligam cada cidade de norte á sul, garantindo, assim, segurança e agilidade no tempo de locomoção. Dessa forma, aliado a consciência coletiva de preservação ao meio ambiente reduzir os problemas de saúde, pode-se tornar o desafio alcançado.