A mobilidade urbana no Brasil

Enviada em 13/08/2019

Um dos grandes desafios hoje para os cidadãos brasileiro é deslocar-se de suas casas para o trabalho sem ficar muito tempo preso nos longos e demorados engarrafamentos do trânsito. Essa problemática iniciou-se na era JK, quando o governo priorizou a construção e expansão da malha rodoviária nacional em detrimento da ferroviária  e os transportes de massa, incentivando assim as pessoas a adquirirem um automóvel, lotando as ruas de carros e onerando o transporte coletivo como ônibus, trens e metrôs.

Contudo, a precariedade nos sistemas de transportes coletivos, somados a falta de segurança e também aos altos preços das passagens,  fazem com que muitos dos trabalhadores optem por adquirir um meio de transporte particular para realizar esse movimento pendular diário. o que uma pequena parcela desta população tem consciência é que toda essa frota nas ruas impacta diretamente na vida de todos, com o aumento de gases do efeito estufas lançados na atmosfera e também a poluição sonora, entre tantos outros impactos.

Apesar de o Estado ter investido em mobilidade urbano visando os legados da copa do mundo em 2014 e as olimpíadas em 2016, não foi o bastante para poder de fato ter beneficiado a toda a população, inclusive a de baixa renda que almeja um transporte eficaz, seguro e rápido. Várias foram as obras inacabadas que ao invés de beneficiarem a sociedade, acabaram virando mais um motivo para o trânsito caótico das grandes cidades.

Portanto, tendo em vista atender a necessidade da população, o Ministério de Infra-estrutura deveria aumentar o investimento em meios de transporte mais eficazes e subsidiar empresas para que diminuísse o preço das passagens, também investir em mobilidade como a construção de ciclovias  e também as prefeituras com seus órgãos fiscalizadores para que todo dinheiro investido fosse aplicado corretamente em beneficio de todos os cidadãos para uma sociedade mais justa.