A mobilidade urbana no Brasil
Enviada em 15/08/2019
No governo de Juscelino Kubitschek, na década de 1950,houve grandes investimentos nos setores automobilísticos do Brasil.Nessa perspectiva, percebe-se que o aglomerado de carros e motis nos centros urbanos é reflexo do século passado, haja vista que a sociedade está intrinsecamente ligada à problemas na mobilidade urbana, seja pela precariedade do transporte público, outra sentença, seja pela ausência de incentivo do uso de transportes sustentáveis.Por isso, é importante combater esse descaso para alterar tal cenário no meio social.
A princípio, pode-se tomar como primeiro ponto a ser analisado a falta de investimentos direcionados ao transporte público. De acordo com a pesquisa realizada pelo Denatran, de junho a julho de 2015, foram 163.226 novos carros nas ruas do Brasil, isso equivale a 5.441 carros por dia. Nessa lógica, infere-se que o elevado índice de transportes individuas nas ruas, deve-se ao fato que a sociedade não possuem opções de qualidades para o meio locomotivo, tendo em vista que o transporte público é precário, pois existem poucos ônibus, o horário é imprevisto de chegada e de saída e a superlotação.Dessa forma,a população opta pelo transporte individual, causando uma concentração de carros no meio urbano.
Além disso, é válido ressaltar a ausência de conscientização frente a utilização do transporte sustentável. Nesse âmbito, a massa populacional não é submetida a programas que incentive a utilização do transporte sustentável como a bicicleta, isso se dá porque o ambiente urbano não possui um planejamento de vias para ciclistas, causando assim uma desmotivação nas pessoas que desejam utilizar a bicicleta como meio locomotivo.Dessa maneira,com ausência de incetivo a utilização de bicicletas, o meio ambiente tende a se torna mais poluído, por causa da intensa liberação de gases poluentes oriundos da combustão.
Destarte, é mister que sejam tomadas providências para atenuar esse impasse. Nesse viés, o Governo Estadual deve fazer planejamento para melhoria do transporte público, por intermédio de investimentos direcionados à infraestrutura dos ônibus, faixas exclusivas para ciclistas e paradas com boas qualidades para os passageiros, com o fito da população começar a utilizar o transporte público e sustentável, diminuindo, assim, os efeitos destrutivos ao meio ambiente, ocasionados pelos gases estufas liberados pela combustão.Com isso, a sociedade passa a viver harmonicamente com um transporte flexível e rápido.