A mobilidade urbana no Brasil

Enviada em 15/08/2019

Com os avanços da revolução industrial e a grandes oportunidades de emprego,resultou-se no chamado êxodo rural,fazendo as pessoas saírem do campo para cidade,gerando uma super lotação.Apesar de ser uma transição acontecida em meados do século 21,seus efeitos reflete bem a realidade brasileira na qual sofre com transportes de má qualidade e a falta de lugar para estacionar,resume a mobilidade urbana nas grandes cidades brasileiras.

Em primeira analise,o trafego citadino traz grandes danos a população,uma vez que o fenômeno popularmente conhecido como “engarrafamento”,causado pelo crescimento da frota veicular e pelo exíguo aumento do número de rodovias.Além disso,tal infortuno também prejudica a economia,pois as pessoas perdem,no trânsito,horas que poderiam ser utilizados em atividades laborais,as quais gerariam renda e movimentação financeira.

Dentre os inúmeros motivos que levam a esse cenário no Brasil,os prejuízos da mobilidade urbana não só afeta o âmbito social.Biologicamente,é possível afirmar que a ineficiência das redes locomotivas do país é responsável por agravar poluições atmosféricas e sonoras das localidades que se mostram presentes.Não obstante,devido a falta de planejamento urbano,as áreas verdes" dão lugar a ferrovias ou estradas,as quais não amenizam o problema do congestionamento nas cidades.

Portanto,como diz o sociólogo Aristóteles,a politica deve agir de modo que por meio da justiça,o equilíbrio seja alcançado na sociedade.Logo,afim de reduzir o número de carros particulares nas vias citadinas,é importante que os ambientalistas,com o auxilio da mídia,estimulem por meio de campanhas,o uso de veículos coletivos ou alternativos,para corroboração do meio ambiente e diminuição de engarrafamentos.Assim, será possível minimizar os desafios da sustentabilidade frente a mobilidade urbana.