A mobilidade urbana no Brasil

Enviada em 19/08/2019

Com o advento da revolução industrial, iniciada no século 18, os meios de transporte se modernizaram para atender ao grande fluxo de mercadorias proporcionadas pelas instalações das fábricas. Desde então concretizou-se uma grande dependência dos automóveis para a locomoção de pessoas, e com isso, as cidades estão perdendo a capacidade de possibilitar que estas se movam com qualidade.

Por conseguinte, a emissão de gases poluentes sofreu um aumento considerável, visto que entre os  principais responsáveis pela poluição urbana estão os motores de combustão presentes no carro. Com isso, a saúde da população é diretamente afetada, o que gerará um grande fluxo de doenças respiratórias, além de interferir no clima, já que o efeito estufa aumenta a temperatura do planeta.

Além disso, milhares de veículos circulam pelas metrópoles brasileiras, o que gera um congestionamento nas ruas, e como consequência, causa estresse aos motoristas, ampliando assim o percentual de conflitos gerados entre os cidadãos. Como exemplo desse fato tem-se o episódio retratado na série “Sob Pressão” da emissora globo, o qual uma discussão por uma vaga no estacionamento acabou em tragédia quando um de seus personagens atirou no motorista ao lado.

Em suma, é notório os efeitos da mobilidade urbana no país. Devido a isso, é preciso que o governo juntamente com a mídia incentive os indivíduos, através de propagandas e jornais, o uso de bicicletas e ônibus ao invés da utilização de carros, a fim de promover uma redução no trânsito e com isso, reduzir os incidentes ocorridos no mesmo. Ademais, é necessário que haja uma consenso entre táxis e uber, de modo que seja estabelecido horários específicos para cada empresa circular, promovendo então uma sociedade consciente.