A mobilidade urbana no Brasil

Enviada em 21/08/2019

O direito de ir e vir assegurado na Carta magna esta cada vez mais longe. O jornal o Globo em pesquisa mostra que se passa em torno de 45 dias por ano parado em congestionamentos. Mover-se nos grandes centros está ficando quase impossível, os cidadãos estão cada vez mais paralisados em engarrafamentos. O que nos leva a analisar a falta de inventivos a alternativas para esse problema.

Em primeira análise, o dever do Estado é de garantir a locomoção, ele falha na falta  modais alternativos nos municípios. A interação de serviços de transportes como na França ou Dinamarca, que além de interligarem os vários meios de transportes ainda estimulam por exemplo o uso de bicicletas, essas cidades 62% usam o ciclismo como transporte, dados do G1. É lamentável que com tanta evolução ainda não se incentive meios sustentáveis em nosso país.

Além disso, a precariedade de ônibus e metrô desestimula a população.  O jornal Folha de São Paulo mostra que, apesar o alto custo em muitas cidades, a qualidade é lamentável e o número insuficiente para atender as demandas e necessidades básicas da comunidade. Esse também ressalta que 40% dos usuários abandonaram o uso por conta da deficiência do serviço e migraram para o trasportes de aplicativos como Uber por exemplo o que contribui ainda mais para o aumento de carros nas ruas resultando  na diminuição do fluxo de movimento.

Por fim, o Governo deve investir em integração dos meios de transportes de massa de modo a facilitar a locomoção através de incentivo por meio de campanhas, criação de ciclovias ao uso de bicicletas, com a construção de corredores do ônibus e interligar e aumentar linhas de ônibus e metrô, fiscalizar, cobrar a melhoria e qualidade dos serviços oferecidos. Espera- se com isso ações que possa garantir o direito constitucional e amenizar esse gargalo social.