A mobilidade urbana no Brasil
Enviada em 29/08/2019
A cidade de São Paulo tem 7,4 veículos motorizado para cada 10 habitantes, conforme mostra a pesquisa da Companhia de Engenharia de Trânsito (CET). Assim como nas diversas capitais do Brasil, o excesso de veículos nas principais vias têm sido a causa de diversos acidentes automobilístico, principalmente com as motocicletas, circunstâncias como esta causada pela dificuldade de locomoção.
Desde a Revolução Industrial, na Inglaterra, o número de automóveis têm crescido bastante nos últimos anos, segundo o Denatran ( Departamento de Trânsito Nacional), o Brasil tem 1 carro a cada 4 habitantes. Só no estado de São Paulo, 6,5 milhões de pessoas vão diariamente de carro para o trabalho, razão pela qual a mobilidade urbana perdeu seu verdadeiro significado, o de facilidade, já que com o aumento de veículos a demanda pelos transportes públicos cresce, os cidadães acabam encontrando dificuldades de mobilidade com a superlotação dos ônibus.
A dificuldade de deslocamento nas principais avenidas do país têm causado uma enorme dor de cabeça entre os brasileiros que diariamente precisam se locomover para chegarem ao trabalho. E em razão disso a falta de tolerância tem aumentado como também tem gerado uma onda de discussões e crises nervosas no trânsito, resultando no crescimento de crimes cometidos no trânsito, e sem dúvida um degaste mental para os motoristas em todo o território nacional.
Em suma, a mobilidade urbana do Brasil não tem conseguido colocar em prática o seu verdadeiro proposito, o de condução eficiente e precisa. Logo cabe ao Ministério da Infraestrutura criar projetos que visem o uso de ferrovias e estradas fluviais para o carregamento de grandes cargas, tirando assim o maior número de caminhões das principais vias do território nacional. Outrossim, é o incentivo ao uso de ciclovias a fim de diminuir o número de carros e o efeito estufa, causado pela liberação de gases poluentes.