A mobilidade urbana no Brasil
Enviada em 19/09/2019
No Governo de Juscelino Kubitschek criou-se uma cultura, em que o carro é sinônimo de status social. Entretanto, muitos danos começaram a surgir pela incapacidade de suportar a concentração de automóveis pela região urbana. Com efeito, a mobilidade urbana tem agravado a poluição e evidenciado a má qualidade dos transportes públicos ao redor do Brasil.
Sob uma primeira análise, a intensificação da poluição tem crescido, nota-se nos últimos dez anos que a frota de automóveis cresceu 400% no Brasil conforme dados da FGV em 2016. A esse respeito, o gás carbônico influencia no aumento do efeito estufa e na formação de ilhas de calor. Ocorre que, esse fenômeno está relacionado ao aumento intenso de temperatura no espaço urbano.
De outra parte, as condições do transporte público é precário fazendo com algumas pessoas evitem e usem outros meios. A esse respeito, facilmente acaba sendo desconsiderado pela população pela demora, baixa infraestrutura e lotação. Nesse viés, apenas o aumento de passagens não é uma solução de problemas é necessário que haja investimento para a sociedade. Desse modo, o transporte público passa se tornar uma opção viável para todos.
Impede, pois, que o tema mobilidade urbana seja tratado com relevância. Para isso, é necessário que o Prefeito tome as medidas cabíveis para melhorar a qualidade e o desenvolvimento da mobilidade urbana no seu respectivo estado, levando em consideração os preços das passagens e os danos ambientais. Os indivíduos, por sua vez, podem trazer debates sobre o assunto com sugestões e suas experiências.