A mobilidade urbana no Brasil
Enviada em 05/09/2019
No plano de desenvolvimento do ex-presidente do Brasil, Juscelino Kubitschek, houveram a criação das indústrias automobilísticas e a construção de rodovias, no qual proporcionavam aos cidadãos daquela época um sinal de progresso. Conquanto no Brasil atual, esse progresso foi retido pela superlotação automobilística nas rodovias, ocasionando vários impactos socioeconômicas e ambientais.
De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), 76% da população do Brasil vivem em cidades. Por conseguinte, muitos optam pelo transporte privado, já que os transportes públicos não oferecem estrutura e qualidade suficiente para proporcionar maior conforto e segurança aos passageiros. Esse fato torna-se tão excedente, pela falta de necessidade de existir um carro transportando apenas uma pessoa. Como resultado, o nível de estresse e ansiedade aumentam pelo congestionamento. Ademais, empresas sofrem esse impacto, pelo baixo nível de produtividade dos seus empregados.
Outro desafio enfrentado, são as questões ambientais, resultado dos poluentes emitidos pelos transportes automobilística. Segundo o noticiário Globo News, há uma estimativa que em 2030, 90% da população brasileira viverão em cidades. Adjunto a isso, os níveis de poluentes emitidos aumentarão. Decerto, que os transportes corresponde por 25% das emissões globais. Como resultado, a camada de ozônio decompõe-se aos poucos, prejudicando a sociedade e a natureza pelo aumento dos raios solares.
Urge, portante, que é de responsabilidade do governo e dos indivíduos combaterem a superlotação dos transportes automobilísticas. Para que isso ocorra, o governo e as empresas privadas, por meio dos pedágios, deveriam inserir um pedágio urbano mecanismo existente em Londres, a fim de desencorajar o uso dos automóveis. Ademais, empresas de transportes públicos, e o governo, teriam que melhorar a qualidade dos transportes, com o objetivo de tornar um transporte mais viável para a população brasileira. Só assim o trânsito no Brasil poderá tomar formas de uma dinâmica mais segura e mais fluída para todos.