A mobilidade urbana no Brasil

Enviada em 11/09/2019

Desenvolvimento sustentável.

A revolução industrial teve na sociedade urbana dois grandes efeitos: O primeiro sendo o desenvolvimento do automóvel e o segundo o aumento exponencial de indivíduos. Em contraponto aos incontáveis benefícios proporcionados pelo capitalismo, a combinação do crescimento populacional e o número abundante de veículos dentro de um espaço geográfico limitado é preocupante.

Em primeiro lugar, carros são agentes poluentes diretos. É estimado que em torno de 68% do gás carbônico na atmosfera é causado pela queima de combustível fóssil usado em automóveis. Somado isso ao aumento constante populacional e ao desenvolvimento econômico, terá como causa o crescimento do número de carros em atividade, aumentando a poluição ambiental.

Em segundo lugar, com o aumento do número de veículos a ocupação das estradas e rodovias cresce, gerando uma maior duração no tempo de viagem. Sendo assim, é necessário a busca por uma alternativa viável. Adotados em diversos países europeus, métodos alternativos de transporte como: ônibus, bicicletas e até patinetes, acabam por ser primeiras opções. No Brasil, a estrutura e cultura social agem de forma contrária ao progresso sustentável. Transportes como patinetes e bicicletas não possuem estrutura adequada para seu funcionamento e coletivos como ônibus são vistos de forma preconceituosa como sinônimo de falta de poder aquisitivo.

Neste contexto é evidente o papel do estado e do indivíduo para resolver este impasse. Cabe ao Ministério do Meio Ambiente e aos departamentos de transporte estaduais fazerem campanhas de conscientização coletivas sobre os malefícios ambientais do uso de automóveis. E também cabe as cidades em ação conjunta, investir em estrutura adequada para transportes alternativos. Com a união destas medidas e a cooperação dos indivíduos, é esperado que a poluição automobilística diminua assim como o fluxo de trafego.