A mobilidade urbana no Brasil
Enviada em 24/09/2019
Estresse, lentidão, cansaço. Diversos são as consequências da falta de mobilidade urbana no Brasil. Essas problemas, mostram os desafios que o país tem que enfrentar para ter uma melhoria nesse quesito, e um dos problemas que só torna tudo mais complicado é que para resolver a questão da mobilidade urbana precisará de um diálogo entre governo e população.
Em primeiro lugar, tem-se a má qualidade do transporte público, no qual está todo sucateado, lento e inseguro. O que acarreta nas pessoas procurando meios alternativos (particulares) de locomoção. Aliado a isso, os incentivos fiscais como a redução do IPI durante o governo Lula fizeram com que o número de veículos nas ruas crescesse exponencialmente. Por outro lado, o governo de Juscelino Kubitschek centrou o desenvolvimento no transporte rodoviário, o que propiciou uma falta de estrutura em meios alternativos de locomoção como: bicicleta e deslocamento a pé.
Além disso, o grande aumento no número de veículos urbano acarreta em um aumento nos poluentes atmosféricos, agravando o efeito estufa, e problemas econômicos como: perdas de mercadorias e baixa produtividade no trabalho (atrasos, cansaço).
Entende-se, Portanto, que o governo precisa focar em melhorar os meios de locomoção dos cidadãos. Para tanto, é necessário que os governos municipais em parceria com o Ministério da Cidadania, invistam na qualidade do transporte público do país, colocando ar condicionado, câmeras e seguranças. Dessa forma, as pessoas terão mais comodidade e segurança. Com isso, incentivará a população a voltar a utiliza-los, diminuindo assim o excesso de veículos privados nas cidades. Ademais, o Ministério da Educação, por meio de campanhas publicitárias, precisa ampliar o conhecimento da população sobre os problemas do efeito estufa para o meio ambiente, mostrando a importância que cada pessoa tem nesse combate.