A mobilidade urbana no Brasil
Enviada em 15/09/2019
Após a segunda Revolução Industrial e o incremento do automóvel na sociedade, o ir e vir da população tornou-se um desafio, em questão, nas cidades brasileiras.Nesse sentido, convém analisarmos causa, consequência e possível solução dessa problemática. Primeiramente, é válido ressaltar a opção pelo transporte individual como causador da dificuldade de se locomover nas metrópoles.Sobre esse viés, o sociólogo polonês Zygmunt Bauman, através da sua teoria da liquidez, defende que as relações interpessoais, hodiernamente, estão cada vez mais fracas. Analogamente, tal individualismo defendido pelo pensador é propiciador de congestionamentos nos centros urbanos, uma vez que há uma ideologia pregada na sociedade que potencializa o “status” de ter um carro. Com efeito, há um menosprezo pelo transporte coletivo, dificultando a vida do cidadão nesses lugares. Outrossim, vale ressaltar também o custo que o indivíduo leva em desloca-se nos burgos como consequência dessa problemática.Nesse contexto, grande parcela da população, principalmente as das periferias que necessitam ir para o centro da cidade diariamente, perdem muito tempo nesse movimento pendular o que conturba suas vidas, com poucas horas de sono. Evidencia-se, portanto, que medidas sejam tomadas para facilitar a mobilidade urbana no Brasil. Contudo,as prefeituras deve priorizar, em seu município, o transporte em massa, com investimentos para tais ações,com incentivo para o uso desses meios de locomoção, por meio da mídia. Em síntese, as consequências provindas da segunda Revolução Industrial não será um problema nas cidades brasileiras.