A mobilidade urbana no Brasil

Enviada em 14/09/2019

Na época da revolução industrial, o êxodo rural fez com que as cidades ficassem lotadas. Com isso, no decorrer do tempo as tarifas foram aumentando, houve uma superlotação, veículos sem manutenção, acessibilidade precária e trânsito caótico dificultando a movimentação da população. Contrariando a Constituição Federal, que tem como uma de suas garantias fundamentais o direito de ir e vir aos cidadãos, a mobilidade urbana no Brasil que apresenta diversas falhas no que diz respeito à qualidade dos serviços oferecidos.

Por conseguinte, o capitalismo é o principal problema da mobilidade urbana. O Estado não estar dando suporte a população. Os transportes públicos estão cada vez mais precários, com preços abusivos, sem segurança e com deslocamentos mal planejados, isso com o intuito de concessionarias venderem mais e minorias_ pessoas negras, mulheres , LGBT, deficientes visuais, cadeirantes_ e pobres tenham acesso restrito à cidade em relação ao grupo dominante.

Assim, a defasagem social contribuiu para o crescimento ascendente do número de veículos particulares nas ruas, já que o grupo dominante enxerga vantagens em um meio de transporte próprio. Entretanto, essa alternativa promove um trânsito caótico com engarrafamentos quilométricos, porque mesmo os grandes centros não estão estruturados_ apresentam má sinalização e iluminação, buracos nos asfaltos, altos índices de violência_ para suportar esse fluxo desordenado de carros. Uma alternativa positiva seria a construção de mais ciclovias, pois a bicicleta é um transporte  econômico e não poluente ao meio ambiente.

Portanto, a fim de atenuar o exposto é essencial que o Governo juntamente com os institutos municipais, apliquem verbas destinadas aos transportes na sua manutenção e acessibilidade investindo em projetos de mobilidade urbana e obras nas cidades como_ reconstrução de asfaltos e construção de mais ciclovias_ garantindo assim uma reestruturação adaptação dos meios e demais vias de locomoção.