A mobilidade urbana no Brasil

Enviada em 22/09/2019

Durante o governo de Juscelino Kubitschek, o Brasil passou por um período de transformações no que diz respeito aos meios de transporte, com a criação de ferrovias que facilitaram a mobilidade urbana. Hodiernamente, o país ainda enfrenta problemas relacionados aos transportes. Nesse sentido, convém a análise acerca das causas e consequências dessa problemática.

Em primeiro plano, pode-se citar que após o inchaço populacional provocado pelo êxodo rural na segunda metade do século XX, grande parte da população faz uso dos transportes públicos, culminando na lotação de ônibus e metrôs, que aliado à falta de segurança e precariedade do sistema público, desperta na população o desejo de possuir um meio de transporte individual, número que cresceu 400% de acordo com dados da Fundação Getúlio Vargas.

Em segundo plano, o transporte individual acarreta diversos fatores, entre eles o congestionamento e lentidão no trânsito, visto que o fluxo de veículos se torna maior, como na cidade de São Paulo, que há rodízio para controlar o número de automóveis. Vale ressaltar que os meios de transporte figuram como um dos principais emissores de poluentes no ar, contribuindo para aceleração do aquecimento global e formação das ilhas de calor, prejudicando o meio ambiente.

Portanto, é necessário que haja mudanças. Cabe ao Poder Público, promover melhorias no transporte público, através da ampliação das linhas de metrô e ônibus, assim como a construção de ciclovias, visando incentivar meios alternativos e sustentáveis de transporte para a população, para assim melhorar a mobilidade urbana no Brasil.