A mobilidade urbana no Brasil
Enviada em 18/09/2019
Muito se debate hoje em dia as condições que permitem o descolamento das pessoas em uma cidade, ou seja, a facilidade de se mover, mais conhecido como mobilidade urbana, que há tempos, observa-se em nosso país a situação precária. Que ao invés de fazer parte da solução esta apenas dificultando cada vez mais os cidadãos de se mobilizar, principalmente com as horas perdidas em congestionamentos e dessa forma, fazendo com que não cheguem em seus serviços ou no local desejado. Em primeiro lugar, deve-se mencionar a péssima qualidade dos transportes públicos que são totalmente desconfortáveis, sucateados e inseguros para a população e acabam nos colocando em perigo, contudo, para a maioria da população acaba sendo o único meio de transporte. Outro fator existente é a falta de segurança nas ruas e estruturas para transportes alternativos, como as ciclovias e desse modo fazendo com que as pessoas acabem priorizando outros meios de transporte ao invés de realizar um percurso mais saudável tanto para o bem estar quanto mental. Além disso, outra preocupação constante é o mal que os transportes podem gerar para a nossa saúde devido os impactos ambientais gerados pela poluição, e dessa forma fazendo com que as pessoas tenham problemas respiratórios, estresse e adoecimento, e ao fazer uma análise pode-se afirmar que alguns países desenvolvidos encontraram soluções para a diminuição do efeito estufa, diferente do Brasil, que por sua vez infelizmente passa por alguns desafios. Levando em consideração os fatos mencionados, algumas das soluções cabíveis são; a melhoria das calçadas e iluminação publica, para que desse modo as pessoas se sintam mais seguras e não precisem utilizar meios de transporte, a consolidação de novos polos de trabalho e com isso, gerando a diminuição da necessidade de deslocamento, a integração modal, com o ampliamento e construção de bicicletários, para que possamos por esse meio substituir transporte que possam poluir o meio ambiente e colocar em prática o plano nacional de mobilidade urbana (PNMU), que por sua vez define os sistemas coletivos não-motorizados como metrô e trens metropolitanos como prioritários para cidades grandes e médias.