A mobilidade urbana no Brasil

Enviada em 18/09/2019

Durante a segunda metade do século XX ocorreu um intenso êxodo rural no Brasil, fenômeno esse que não teve uma estrutura urbana adequada para atender esse grande contingente populacional.Nesse contexto,nota-se que a não adequação a esse êxodo gerou um problema na mobilidade urbana do país, seja pela ineficácia do Estado ou seja pela falta de engajamento da população em diminuir esse caos urbano.

Em primeira análise, cabe pontuar que o Governo não cumpre com o seu papel em estabelecer uma estrutura urbana eficiente para a população. Sob essa ótica, segundo Albert Einstein, o ideal político é a democracia para que todo indivíduo possa ser respeitado e tenha seus direitos assegurados pelo Estado. Contudo,no Brasil, tal conceito encontra-se deturpado, pois a falta de um planejamento governamental tem causado um caos na mobilidade urbana do país, o que afeta o cotidiano da sociedade. Prova disso, são os intensos congestionamentos que, por conseguinte, acarretam atrasos nos compromissos diários da população.

Ademais, é importante frisar que a sociedade também não colabora para uma melhoria da mobilidade urbana.Nessa perspectiva, de acordo com Kant, o ser humano deve agir de tal modo que suas ações possam valer sempre como um princípio universal. Entretanto, isso não tem acontecido quando levamos em conta a mobilidade urbana, uma vez que, grande parte dos indivíduos, mesmo em curtas distâncias, preferem sair de casa em carros particulares em vez de utilizarem meios alternativos de transportes como, por exemplo, bicicletas e metrôs.Desse modo, não há dúvidas de que a falta de comprometimento social prejudica a mobilidade nas cidades.

Diante disso, compete ao Ministério da economia, informar e alertar os indivíduos nas mídias sociais sobre a importância de cada cidadão para a melhoria da mobilidade.Além disso, deve disponibilizar uma estrutura que viabilize o trânsito nas grandes metrópoles, destinando mais verbas para a melhoria dos transportes coletivos e duplicando as grandes avenidas, a fim de que o fluxo de veículos nos horários mais intensos possam diminuir.