A mobilidade urbana no Brasil
Enviada em 18/09/2019
A revolução industrial foi um marco na história mundial, empresas e indústrias começaram a surgir e com isso a criação dos transportes começaram a crescer nas grandes metrópoles que as indústrias se instalavam. Fato este, que evidencia -se no governo de Getúlio Vargas, na década de 30. O Brasil está em grande concentração de carros nas cidades, causando trânsitos que levam horas e causa cansaço a todos que se submetem a enfrentar.
Em primeira análise, pode-se ver a precarização dos transportes públicos e a quantidade de carros nas ruas, deixando assim em questão: as cidades brasileiras possuem planejamento para que todos se desloquem? Dados do G1/Globo, mostram que o país não possui estrutura adequada para a grande quantidade de automóveis que circulam nas cidades, o trânsito caótico só perde pela China e Índia, assim como os transportes públicos serem um dos piores do mundo.
Ademais, o trânsito e a precariedade dos transportes públicos não são os únicos fatores dos problemas. Os automóveis impactam diretamente o meio ambiente e o perigo que os ônibus são causam medo nas pessoas e principalmente na família que prefere que seus filhos andem de carro, assim aumentando o numero de automoveis. Além disso, o número de carros reflete na quantidade de pessoas que são sedentárias, que utilizam o automóvel até para pequenas distâncias que poderiam ser feitas a pé.
Conclui -se que, o Brasil passa por um mau gerenciamento quanto ao assunto, transportes precários, segurança em decaimento e ruas sem qualidade. Essa precariedade do governo, reflete na vida social, as pessoas se sentem desmotivada e ficam estressadas. O governo, juntamente com a secretaria do transporte, devem fazer projetos que visem a melhoria da qualidade das ruas e dos ônibus, a fim de diminuir o sedentarismo para que a população se sinta à vontade para fazer exercícios como o simples fato de ir à padaria, melhorando o meio ambiente, psicológico e o trânsito nas ruas.