A mobilidade urbana no Brasil
Enviada em 21/09/2019
A Segunda Revolução Industrial trouxe diversas mudanças para o mundo, como o êxodo rural, a criação do automóvel, um demasiado desenvolvimento tecnológico nas indústrias elétricas, dentre outros. Com isso, também apareceram diversas consequências, especialmente na tendência Fordista, que propiciou o aumento na emissão de gases poluentes na atmosfera. Hodiernamente, grandes metrópoles brasileiras enfrentam sérios impasses quanto ao deslocamento nas cidades satélites, como nos trânsitos caóticos e congestionados e na falta de sustentabilidade existente, emitindo grande quantidades de combustíveis fósseis.
Mormente, é notório que há uma precariedade quanto ao sistema dos transportes públicos. Sendo assim, muitos indivíduos optam pelo próprio automóvel, que gera comodidade e acessibilidade. Dados do G1 apontam que para cada quatro habitantes há um automóvel. Entretanto, é axiomático que o preço dos combustíveis no Brasil estão exorbitantes e, a cada dia que passa, dificulta ainda mais para que as pessoas continuem saindo com seus carros. Ademais, boa parte da população continua recorrendo aos precários veículos públicos — ônibus e metropolitanos — então, o impasse do congestionamento ainda está longe de ser resolvido.
Faz-se mister, ainda, salientar como os automóveis emitem enormes quantidades de gases na atmosfera. Um deles, o CO2(dióxido de carbono), contribui para o aquecimento global ocorrer. A queima de combustíveis fósseis tem se tornado um grande problema para o meio ambiente, pois além de não haver a sustentabilidade, ainda prejudica os biomas, a fauna e a flora brasileira. Ademais, esse impasse também é questão mundial, vê-se a quantidade de conferências — como a Rio +20, Protocolo de Kyoto — que tentaram driblar essa problemática.
Portanto, diante do exposto, é necessário que medidas sejam feitas. O Estado, em parceria com as Companhias Metropolitanas, deve aumentar as estações metroviárias, construindo um em cada cidade satélite e em todos os estados brasileiros. Além disso, também deve ser feito em parceria com as Empresas Privadas, o investimento nos serviços compartilhados, como bicicletas e patinetes eletrônicos — já existentes em grandes metrópoles, como São Paulo e Brasília — por meio de aplicativos celulares. Tais medidas, tanto dos metrôs quanto dos outros meios de locomoção, devem facilitar a mobilidade brasileira, assim como diminuir os casos de CO2 liberados na atmosfera, para assim existir uma boa qualidade de vida.