A mobilidade urbana no Brasil

Enviada em 24/09/2019

Congestionamento, estresse, lentidão. São alguns dos fatores que descrevem atual situação da mobilidade urbana no Brasil. Devido à falta de planejamento e à má elaboração das formas de locomoção nas grandes cidades - especialmente nos países subdesenvolvidos - a população sofre, hoje, diversas consequências no que se diz respeito ao trânsito.

Entre os anos de 2002 e 2012 houve um aumento de 12,2% da população brasileira e 138,6% do número de veículos. Isso implica dizer que nas cidades brasileiras o meio de transporte rodoviário foi implantado como principal alternativa de locomoção, tanto para os transportes públicos, como privados, já que muitas pessoas optam pela obtenção do seu próprio veículo, uma vez que estes tendem a proporcionar maior conforto e segurança do que os ônibus, por exemplo.

Além disso, há uma enorme falha estrutural para implantação de meio de transportes alternativos (como implantação de ciclovias, por exemplo) que contribuíssem com o meio ambiente - já que, quanto maior o número de automóveis, maior a emissão de gases contribuintes para o efeito estufa, trazendo consequências como o aquecimento global e a poluição do ar.

Posto isso, cabe ao setor público e às empresas de transporte uma melhor elaboração na dinâmica da mobilidade nos grandes centros urbanos, investindo na ampliação de redes ferroviárias, com integração de transporte alternativos para que os indivíduos possam ter maior opção de modais públicos e consigam se locomover com maior facilidade sem o uso necessário de veículos próprios como melhor alternativa.