A mobilidade urbana no Brasil
Enviada em 04/10/2019
No Império Romano, os povos romanos desenvolveram eficientes projetos de estradas, as quais contribuíram para a expansão do Império, devido à facilidade na locomoção até outras regiões, aumentando as atividades comerciais e o melhor deslocamento do Exército, daí a famosa frase “Todos os caminhos levam a Roma”. Nesse contexto, o Brasil apresenta inúmeras vias para a movimentação das pessoas, principalmente nas regiões desenvolvidas, como o Centro-Sul. Porém, com o aumento do número de habitantes e a falta de investimentos nesse setor, a mobilidade urbana se torna precária, com necessidade de aprimoramentos e outras alternativas viáveis e sustentáveis para o País.
A priori, segunda a perspectiva filosófica de Daniel Goleman, a desatenção traz graves problemas para a sociedade e para ter uma “vida bem vivida”, é necessário dominar três atenções: o foco interno, externo e no outro. Sob esse viés, a falta de investimentos em tecnologia para aprimorar as estradas, evitando os trânsitos e facilitando a locomoção dos cidadãos na cidade, faz com que o Governo perca seu foco externo, o qual propõe viver em sintonia com a comunidade e de que nossos atos têm grandes impactos na população. Destarte, com o desenvolvimento de melhores projetos tecnológicos nas vias, ter-se-á maiores facilidades em se deslocar no Brasil, desviando-se de certos problemas.
Em segunda análise, a Agenda 2030 é um plano de ação proposto pela “Organização das Nações Unidas (ONU)” de desenvolvimento sustentável, abrangendo o âmbito econômico, social e ambiental em 17 objetivos. Cabe destacar a meta 11, a qual propõe tornar as cidade seguras, resilientes e com sustentabilidade. Sob essa ótica, muitos países estão investindo na adoção de outras alternativas de locomoção eficientes que não poluem e satisfazem as necessidades das pessoas, como o transporte ferroviário, o qual é mais ecológico e econômico. Por conseguinte, com investimentos em outras opções de deslocamento urbano de qualidade, o Brasil terá grandes evoluções sociais e na economia.
Em compêndio, o Brasil necessita melhorar suas estradas e criar outras alternativas para garantir uma excelente mobilidade urbana. Nesse sentido, cabe a ação copartícipe do Governo e do “Ministério dos Transportes” de investir nos aprimoramentos das vias urbanas e em outras opções de locomoções sustentáveis, por meio da disponibilização de verbas em projetos modernos e eficientes para tal ação, a fim de evitar trânsitos, garantindo deslocamentos ecológicos e ágeis. Dessa forma, o Governo restabelecerá o seu foco externo, o País conseguirá atingir a meta 11 da Agenda 2030 e terá grandes desenvolvimentos, assim como Roma teve com suas excelentes estradas, na época da expansão do Império Romano.