A mobilidade urbana no Brasil
Enviada em 04/10/2019
Para muitos, as cidades grandes e com superpopulação são motivos de espanto. O nosso país passa por uma valorização exagerada do carro, que enfatizou ainda mais no problema da mobilidade urbana, seu excesso é causador de congestionamento e impede a fácil locomoção dos indivíduos.
Em primeiro lugar, é possível perceber a diminuição de ferrovias metroviárias, é vista como um dos responsáveis pelo estímulo à aquisição de carros para a locomoção urbana com linhas escassas, trens desconfortáveis e antigos, grandes cidades apresentam opções pouco variadas de locomoção. A insuficiência de investimentos atinge também os ônibus, que circulam em estado precário, e os caminhos de pedestres, os quais apresentam perigo, por conta de calçadas esburracadas. Assim, em busca de conforto e segurança, a população opta pela utilização de automóveis.
Por conseguinte, não é comum observar cidadãos se endividando para obter um transporte individual, tanto para suprir a necessidade de deslocamento, quanto para munir-se do status advindo de tal compra. A noção que paira no imaginário popular ainda tem muito a ver com as ideias proferidas no governo de Jucelino Kubitschek perante o excessivo engrandecimento de transporte individual, fomentador da implantação de empresas automobilísticas. Entretanto, seus resultados, são vistos ate os dias atuais, nos longos congestionamentos de horário de pico, minutos que geram extresse e até discussões.
Portanto, é viável pensar em soluções para o problema. Por isso, as Secretarias dos Transportes de cada estado devem ampliar a quantidade de linhas de metrô, por meio de maiores investimentos financeiros e a fiscalização de funcionamento que garanta o bem-estar da população, com o intuito de desincentivar a busca pelo transporte individual e facilitar a locomoção urbana no Brasil. Desta forma,o nosso país se distanciará do seu passado histórico, rumo a uma mobilidade adequada e digna.