A mobilidade urbana no Brasil

Enviada em 07/10/2019

Na segunda metade do século XX importantes transformações ocorreram entre elas_ a mobilidade urbana. Ao associar essas mudanças compreendidas ao contexto atual, nota-se um impacto na vida da população, à qual é submetida a um intenso congestionamento fruto de uma “imobilidade” no cenário urbano. De fato, uma temática ainda negligenciada pelo Estado e em parte da sociedade.

Na raiz dessa reflexão soergue a inércia do Poder Público no tocante a essa temática. Na ótica do governo de Juscelino Kubitschek houve transformações no setor urbano, o qual promoveu investimentos maciços na infraestrutura tal como criação e rodovias facilitando o deslocamento populacional. Entretanto, com o passar dos anos houve uma “explosão demográfica” a qual aumentou exponencialmente a quantidade sobretudo de veículos. Paralelo à isso, não houve melhorias desse cenário. Logo, se o olhar Estatal não enxerga tal público sobra a falha desta em ação.

Ademais, a insciência da sociedade concerne para essa problemática. Nessa perspectiva, dados da (ITPD) denota que a cada 4 brasileiros 1 destes tem pelo menos um veículo. Sob tal ótica, essa realidade se comprova, uma vez que o caleidoscópio social se abstém da responsabilidade desta mazela, visto que, adquire em muitos dos casos vários veículos_“os simpatizantes por carro” de maneira desnecessária acarretando um contingente em massa nas rodovias. De fato, se não há preocupação com a mobilidade resta prejuízo na perda do tempo.

Portanto, medidas tornam-se necessárias para alteração desse cenário. Cabe a esfera Estatal, por meio das empresas promover a ampliação e criação de novas ruas, a fim de minorar o acesso, sem ter a dor de cabeça em ficar aguardando parado no trânsito. Outrossim, o corpo social por meio das mídias televisivas e sociais devem promover debates e manifestação em busca da melhoria urbana. Afinal, “não corrigir nossas falhas é o mesmo que cometer novos erros” denota Confúcio.