A mobilidade urbana no Brasil
Enviada em 19/12/2019
No século XX, Juscelino Kubitschek durante o Plano de Metas, o qual pretendia desenvolver e melhorar a infraestrutura do Brasil, construiu diversas rodovias e aumentou o fluxo de automóveis no país. Todavia, os governantes posteriores não souberam administrar a mobilização de veículos, por consequência, a mobilidade nas cidades está sendo dificultada para a população devido à má qualidade do transporte público e à falta de investimento do governo.
De acordo com Contrato Social de John Locke, o indivíduo abdica da liberdade para que o governo atenda às necessidades da população. Contudo, no Brasil, os meios de transporte públicos são de péssima qualidade, por conta da falha na infraestrutura, como na falta de conforto aos passageiros, por exemplo. Consequentemente, os brasileiros preferem utilizar veículos particulares, ou seja, por conta do Estado não exercer sua função no Contrato Social, tem-se uma dificuldade de locomoção.
Segundo o G1, houve um aumento de 12,2% da população brasileira e 138,6% no número de veículos entre os anos de 2002 e 2012, logo, os governantes deveriam se adaptar as mudanças do século XXI, pois estamos em uma sociedade moderna liquida sujeita a alterações constantes, como diria Zygmunt Bauman. Sendo assim, não se pode manter estagnado em estruturas antigas caso queira um progresso e uma melhora na mobilização urbana.
Em suma, percebe-se que o problema na mobilização urbana está associada à má administração de governantes brasileiros, os quais não cumpriram seu papel no Contato Social de John Locke e não souberam se adaptar à pós-modernidade de Bauman, por consequência a população brasileira precisa enfrentar com frequência esses problemas do cotidiano.