A mobilidade urbana no Brasil

Enviada em 29/01/2020

Sabe-se que a mobilidade urbana é algo de extrema importância para a locomoção dos indivíduos e faz-se presente desde o Segundo Reinado, mais especificamente na Era Mauá, em que ferrovias foram construídas para a expansão da atividade cafeeira e para promover a movimentação de cidadãos entre as cidades da época. De frente à contemporaneidade, houve vasto aprimoramento do setor de transportes, como a invenção de ônibus e de metrôs. Todavia, embora análogos avanços serem realizados visando auxiliar no deslocamento de indivíduos, há uma incontroversa lacuna na mobilidade urbana hodierna devido à corrupção efetuada pelos estadistas, deixando, portanto, a população em situações desamáveis dentro dos transportes públicos.

Primordialmente, é cógnito que a pintura “O Grito”, de Edvard Munch, é o fiel retrato da irrelevância a qual os governantes proferem à sua população, em virtude de que o quadro apresenta uma imagem distorcida em quase sua totalidade, incluindo o indivíduo em desespero ao centro, menos na parte em que encontram-se duas pessoas caminhando pacificamente. Em vista disso, o autor da obra quis demonstrar a completa ausência de empatia entre os seres humanos, os quais ignoram integralmente o que ocorre na existência dos demais. Desse modo, consoante ideologia não é esporádica por parte dos regentes da nação, visto que a inexistência de interesse em melhorar o dia a dia dos cidadãos vem exclusivamente da falta de empatia para com eles, o que faz com que o ato da corrupção se torne algo de caráter relativamente fácil, abandonando os indivíduos em uma inexorável fragilidade social.

Diante do exposto, em consequência de tamanha desonestidade política, os seres humanos sofrem cotidianamente dentro dos transportes públicos, posto que há transportes em estado deplorável, com pneus debilitados, com freios fora de funcionamento, com assentos em total descaso e sem estruturas que auxiliem deficientes físicos a adentrarem o veículo. Não obstante, por vezes o local mostra-se saturado, obrigando vários passageiros fazerem a viagem em pé, o que aumenta, de fato, a vulnerabilidade a abusos sexuais e a furtos.

Em suma, é indubitável que há uma inequívoca lacuna na mobilidade urbana hodierna devido à corrupção realizada pelos estadistas. Logo, para desatar homólogo impasse, é dever da Polícia Federal, junto com o Supremo Tribunal Federal, colocar um fim à corrupção, por meio de uma severa investigação com todos os políticos, a fim de punir rigidamente os imprudentes e substituí-los por outros devidamente comprometidos com o bem-estar societário, de modo que o capital destinado aos transportes públicos chegue ao seu destino e significantes melhorias sejam efetivadas. Dessa forma, a problemática a qual envolve a mobilidade urbana será incontestavelmente solucionada.