A mobilidade urbana no Brasil
Enviada em 20/02/2020
Em primeiro lugar, foi com a revolução industrial que surgiram os centros urbanos, e com eles a grande necessidade de carros privados, todavia isso tem gerado ausência de fluidez nas rodovias. Hodiernamente, muitos protocolos foram criados contra a emissão de gases como o dióxido de carbono, entretanto, esse quadro se mostra insuficiente, pois cada vez mais a frota de automóveis cresce, devido à falta de medidas públicas que incentivem o transporte público.
Conforme Aristóteles no livro- Ética a Nicômaco - ele diz que a política serve para garantir a felicidade dos cidadãos. Entretanto, isso não está sendo cumprido, visto que muitos cidadãos andam estressados em seus carros privados, por causa de congestionamentos. Indubitavelmente, isso ocorre, porque não há ampliação de rede de ônibus e metrô.
Segundo a Terceira Lei de Newton, toda ação tem sua reação. Logo, quanto mais coletivos sem qualidade forem colocados nas rodovias, gerará consumismo de carros privados. Seguindo esse ponto, entre 2002-2012 a população brasileira cresceu 12,2%, entretanto o número de veículos 138,6%, expondo uma desproporção. Dessa forma, é necessário o desencorajamento do uso de automóveis, através de ações de vereadores e prefeitos.
Em suma, faz-se imprescindível a tomada de medidas atenuantes ao entrave abordado. Em primeiro lugar, autoridades de todos os municípios devem investir em ônibus e metrô para que os engarrafamentos encerrem, através do desestímulo da compra de veículos próprios, oferecendo o modelo de Paris, com deslocamento comunitário de qualidade, outrossim pedágios serão cobrados nas rodovias. Assim será possível fluidez no trânsito.