A mobilidade urbana no Brasil

Enviada em 08/04/2020

Não é de hoje que o automóvel têm-se uma alta valorização. No governo de Jucelino Kubitscheck, crio-se uma cultura de que o carro era sinônimo de status social, assim, ouve um exagerado enaltecimento dos automóveis, que culminou no problema de mobilidade urbana. Desse modo, vê-se uma necessidade de resolução para esta questão, haja vista que inviabiliza que o cidadão goze de seus direitos básicos.                                                            Primeiramente, deve-se citar a grande parcela de culpa que os carros tem na poluição. Segundo Paulo Saldita, do laboratório de poluição da USP, em São Paulo, os carros são responsáveis por 90% da poluição do ar. Dessa maneira, o ar poluído prejudica tanto os humanos, causando doenças como bronquite e asma, quanto a natureza, que fica sujeita a problemas climáticos em larga escala, como as ilhas de calor.                           Além disso, de acordo com a Organização Mundial da Saúde ( OMS ), a cada ano, a vida de aproximadamente 1 milhão  de pessoas é interrompida devido a acidentes de trânsito. Conforme a mesma instituição, entre  20 e 50 milhões de pessoas, sofrem lesões não fatais, mas que resultam em incapacidade. Assim sendo, nota-se que muitas pessoas perdem a vida diariamente em decorrência do trânsito brasileiro caótico.                                 George Bernard Shaw disse: “É impossível progredir sem mudanças, e aqueles que não mudam suas mentes não podem mudar nada.” Dessa forma, é importante que o ministério dos transportes invista em modos de transportes alternativos, como trens e metrôs, por meio da criação de novos trilhos e estações. Também se faz necessário ações conjuntas do ministério das cidades com o governo para melhorar a infraestrutura dos transportes públicos por meio de subsídios federais, estaduais e municipais.  A fim de que,  dessa forma, os brasileiros tenham melhores condições de mobilidade.