A mobilidade urbana no Brasil
Enviada em 23/04/2020
No governo de Juscelino Kubitschek estavam inclusos nos Planos de Metas muitos quesitos,inclusive o desenvolvimento de rodovias e abertura para empresas multinacionais,o que inclui empresas automobilísticas. Com isso,pôde-se observar um enorme aumento de automóveis entre as pessoas no Brasil. Desde então os problemas no trânsito vêm crescendo, pois há uma superlotação de carros e motos nas vias e menos transporte coletivo,além da emissão de muitos gases poluentes.
Inicialmente,uma das principais causas de o trânsito no Brasil ser precário é a falta de estrutura dos transportes coletivos,que andam sempre superlotados. Com a péssima qualidade que eles têm,muitas pessoas preferem utilizar seus veículos. Isso se evidencia pelo crescimento de automóveis no país que,segundo dados do Observatório das Metrópoles, de 2002 a 2012 aumentaram em 138%. Nesse sentido,com muitos carros nas vias,há engarrafamentos frequentes. Além do mais,falta segurança pública no país,o que faz com que as pessoas deixem de andar a pé ou usar bicicletas,por exemplo.
Outrossim,elementos como poluição do ar traz consequências ambientais,tendo em vista que os veículos liberam muitos gases como o CO2- dióxido de carbono- que contribuem para o aquecimento global. Além disso,com tantos congestionamentos,os indivíduos se estressam e ficam ansiosos por perderem,inclusive,horas nas avenidas principais do Rio de Janeiro e São Paulo,por exemplo.Com isso,fica evidente que faltam melhorias e reformas nas estradas dos centros urbanos,para que o ambiente e as pessoas sejam menos prejudicados.
Dessa forma,é preciso que o Estado promova uma espécie de pedágio urbano,para desencorajar o uso de automóveis,assim como acontece em Londres,por meio de obras para a instalação dos mesmos. Porém,para que isso aconteça,é necessário que haja uma reforma e ampliação dos transportes coletivos,para que todos tenham uma segunda alternativa de locomoção.Assim,os trânsitos ficarão menos congestionados.