A mobilidade urbana no Brasil
Enviada em 27/04/2020
Estresse, engarrafamento, perca de tempo e acidentes. Visto alguns pontos negativos instalados nos movimentos urbanos faz-se necessário avaliar suas causas para enfim amenizar os problemas no território brasileiro. Uma vez que dentro da perspectiva de que a movimentação urbana é um desafio para o Brasil, torna-se plausível compreender a relação de um trabalho de diálogo entre a população e o Estado objetivando-se melhorias no tráfego urbano.
Em primeira instância, compreender a natureza da questão é fundamental, pois o sistema de transporte rodoviário foi criado durante o governo de Jucelino Kubitschek que impulsionou a melhoria e a construção de rodovias ao investir objetivando o desenvolvimento. Entretanto, a decorrente falta de investimento em infraestrutura que se faz necessária para suportar a alta demanda de carros como também a má qualidade do transporte público, que além de não fornecer segurança, não substituiu uma parcela dos automóveis que poderiam não amontoar os trânsitos brasileiros. Adicionalmente, a ausente estrutura que seria destinado para os transportes alternativos -deslocamentos de bicicleta, a pé- ajuda a aumentar o número de acidentes e por conseguinte desencoraja as pessoas a se utilizarem desse meio, dessa forma o número de outros meios de transportes crescem mais.
Segundo um estudo realizado pelo Instituto Brasileiro de Economia pela FGV, o tempo perdido pelos brasileiros no deslocamento para o trabalho nas regiões metropolitanas gera um custo adicional de sessenta e dois bilhões às cidades. Somado aos problemas de engarrafamentos, pode-se citar como consequência direta o aumento poluição atmosférica, uma sociedade impaciente e estressada inflamando assim as possibilidades de ascensão do número de acidentes existentes pois, de acordo com o Estado de São Paulo a cada mês, em média, 440 pessoas morrem em acidentes no estado.
Portanto, é viável pensar em soluções para o problema. Dessa maneira, as Secretárias de Transportes Metropolitanos de cada estado devem ampliar a quantidade de linhas de metrô no território nacional por meio de maiores investimentos financeiros, sobretudo na fiscalização que garanta o bem estar coletivo, assim torna-se conveniente as pessoas procurarem serviços públicos e ajuda a diminuir o número de automóveis e como decorrência a poluição também diminui. Ademais cabe ao Ministério da Infraestrutura investir na melhoria das calçadas, iluminação e segurança pública de forma a favorecer o uso dos modais, dessa forma diminui-se o número de acidentes e a carrocracia.