A mobilidade urbana no Brasil

Enviada em 13/05/2020

Oscar Niemayer, um dos maiores arquitetos do Brasil, não imaginava que, mesmo planejada Brasília, décadas depois de sua construção, enfrentaria muitos problemas de mobilidade. Não diferente da capital, muitas cidades brasileiras enfrentam problemas de transporte e locomoção. Dessa forma torna-se necessário remodelar a forma como os brasileiros se movem no seculo XXI.

Primordialmente, é necessário entender a origem dos atuais problemas das grandes cidades. Fruto de uma industrialização intensa, uma automatização dos campos e de um êxodo rural, os benéficos das meio urbano atraíram muitas pessoas, gerando um inchaço populacional inteso. É cada vez mais comum que famílias tenham 2 ou mais carros, com aumento da população, aumenta o uso de transporte e vias pública, gerando muitos empecilhos na mobilidade urbana. Além disso, o descaso do poder público e desvio de verba contribuem para mais dificuldades.

Desse modo, deve-se analisar esses empecilhos e suas consequências. Com aumento do número de veículos, ocorre mais engarrafamentos e resulta no aumento da poluição, acarretando inúmeros problemas de saúde. Os transportes públicos que já são precários, ficam lotados e sem manutenção. Os deficientes físicos sofrem os impactos mais do que todos, já que as calçadas não estão regularizadas, sem contar as ruas sem iluminação. Ademais, tudo isso só intensifica a violência nas grandes cidades.

Portanto, fica claro que medidas devem ser tomadas. Cabe ao Ministério da Infraestrutura implementar um sistema ferroviário que conecte todo o país, aliviando as grandes rodovias, e dando mais alternativas para a população. O governo federal em parceira com empresas privadas, deve criar um sistema único de transporte público, com qualidade e que atenda todo o país. Além disso, as Prefeituras devem fiscalizar a manutenção das calcadas e iluminação pública. Dessa forma, têm-se centros urbanos com menos problemas.