A mobilidade urbana no Brasil
Enviada em 19/05/2020
Perante o Brasil de 1950, as principais atividades econômicas estavam voltadas à exportação agrícola e a população era predominantemente rural. Contudo após avanços tecnológicos e sociais está se dislocou às áreas urbanas, devido as substituições das ocupações profissionais, consequentemente provocando a superlotação citadina. Sob tal ótica, os meios que transcendem a circulação das cidades, como os transportes públicos, apresentam-se em péssimas condições, consequentemente estimulando formas de locomoção individuais.
Mormente, Jurgen Habermas conceitua a ação comunicativa como a capacidade de defender interesse e apresentar os melhores para a comunidade. É mister perceber que conforme o índice de desigualdade aumenta, mais pessoas necessitam dos transportes públicos.Desta forma, milhares de pessoas exigem e lutam por melhores qualidades nos translados públicos, pois precisam destes para a execução de seus trabalhos.
Outrossim, o Fordismo desencadeou uma produção em alta escala, principalmente no ramo automobilístico. De maneira análoga, houve a maior disponibilização de automóveis no mercado, que por conseguinte o imediatismo da vida moderna exige o uso destes para a facilitação diária. Entretanto, a aglomeração dos automóveis, discorrem em trânsitos caóticos, isto posto impede a flexibilização.
Portanto, são necessárias medidas capazes de mitigar essa problematização. Para tanto, as prefeituras devem formular juntamente com a câmara de vereadores, normas que ajudem na mobilidade e evite a superlotação nas ruas. Além de aprimorarem na questão dos transportes públicos, como ônibus , mas também disponibilizarem ciclovias e bicicletas coletivas, afim de propiciar o transporte coletivo. Assim, ocorrerá a diminuição dos desgastes ambientais, mas também proporcionará mais qualidade a população e flexibilização na circulação diária de veículos.