A mobilidade urbana no Brasil

Enviada em 21/06/2020

As locomoções nas metrópoles brasileiras como são paulo e rio de janeiro, vem formando uma condição que chama muita atenção da sociedade. No hodierno, fica cada vez mais visível que vem tornando-se um problema maior dia após dia. A situação, evidencia-se não só por um aumento exponencial da população, mas também por falta do incentivo na busca por meios de transportes alternativos. Assim, faz-se necessária uma análise mais detalhada sobre o assunto.

Pesquisas recentes do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), revela que o número de habitantes principalmente nas grandes cidades do Brasil vem crescendo de forma alarmante, visto que os índices de imigração cresceram nesses locais pela busca de melhores condições de vida. Os dados mostram que a chegada de pessoas aumentou em 15% comparando-se com os últimos anos. Logo, aumentando a densidade da população em um só lugar.

Além disso, no livro “Transporte, Mobilidade e Desenvolvimento Urbano” do escritor Lucínio Portugal, ele expõe que medidas como a busca por transportes alternativos que devem ser tomadas pelo governo. Investindo em outros caminhos como ferroviários, hidroviários e aeroviários. Assim, deixando as rodovias com maior espaço para o fluxo contínuo e sem interrupção. Tentando alcançar o equilíbrio de sociedade.       Visto os fatos mencionados acima conclui-se que, o estado brasileiro deve criar o programa “Fim do Engarrafamento”, tal projeto sendo feito com investimentos captados por impostos e destinando-se em construções de novos tipos de modais de transporte, ciclovias e transportes coletivos. Dessa maneira, as rodovias ficariam menos densas causando um impacto vantajoso na vida do brasileiro, que não perderia várias horas do seu dia apenas dirigindo. Nessa Lógica, as cidades passariam por uma mudança que acarretaria num autocontrole para o bem de todos.