A mobilidade urbana no Brasil

Enviada em 23/11/2020

Segundo George Bernard Shaw, dramaturgo irlandês, ‘‘É impossível progredir sem mudança’’. Similarmente ao expresso pelo roteirista, no Brasil, um regresso ocorre na maneira saudável de se viver quando a falta de mudanças no sistema de mobilidade urbana vem provocando dificuldades de locomoção e um aumento da poluição nas cidades. Dito isso, é importante um debate acerca dos estorvos relatados buscando, por meio de mudanças nesse sistema, solucioná-los.

Primeiramente, a falta de estruturas nas cidades que permitam formas alternativas de se locomover dificultam a adoção de outros tipos de transportes. O sistema ‘‘Bike Itaú’’ disponibiliza, em alguns municípios, bicicletas que podem ser alugadas por meio de um aplicativo para celular, isso contribuí como um meio de locomoção saudável para a população, porém, a falta de ciclovias em muitas cidades impedem  que um sistema desse seja adotado. Dessa forma, a ausência de algumas estruturas dificultam a locomoção.

Ainda nesse contexto, segundo Confúcio, filósofo chinês, ‘‘Não corrigir nossas falhas é o mesmo que cometer novos erros’’, dessa maneira, não favorecer outras formas de locomoção é permitir que a poluição provocada pelas principais formas de transporte atuais cresça, tendo em vista que sem altenativa só resta a atual continuar a se propagar e deste modo, seguindo o raciocinio do pensador: é ‘‘cometer novos erros’’ com a poluição.

Assim, é notório que a falta de transportes alternativos prejudica a locomoção e a saúde das pessoas. Portanto, cabe ao Ministério dos Transportes, a quem compete zelar, gerir e normatizar a política de transportes do país, por meio de uma norma, solicite a construção de ciclovias nas cidades e implemente um sistema como o ‘‘Bike Itaú’’ para que as pessoas tenham a opção de utilizar um transporte mais saudável, menos poluente e como a ideia de Bernard, que o progresso possa vir da mudança.