A mobilidade urbana no Brasil

Enviada em 31/07/2020

Na década de 50, ocorreu uma grande transformação na mobilidade urbana no Brasil, o processo intenso de urbanização se associou ao aumento do uso de veículos motorizados, tanto os automóveis quanto os ônibus. Hodiernamente, a política de Estado não prioriza investimentos na área de mobilidade urbana, causando sobrecarregamento das vias e aumento de acidentes, por esse motivo, a mesma encontra em condições precárias. Assim, tendo em vista a importância da mudança urbana é necessário resolver tais entraves.

Sob esse viés, pode-se apontar as poucas verbas destinadas à construção e à manutenção de rodovias e ruas, o que causa o  descontentamento da população brasileira, que necessita de um melhor planejamento urbano para evitar acidentes e congestionamentos, e oferecer um trânsito mais seguro, principalmente nas metrópoles, na qual se encontra maior fluxo de pessoas e automóveis.

Segundo o Denatran, no Brasil, entre junho e julho de 2015 foram 163.226 novos carros nas ruas. Isso equivale a 5.441 carros por dia no país, considerando os 5.561 municípios brasileiros, é quase um carro novo por dia por município. Essa grande quantidade de veículos causa a desestruturação e sobrecarregamento das vias que não tem acabamento suficiente para suportar os veículos, principalmente, veículos grandes e pesados, como caminhões, entre outros.

Depreende-se portanto, que a mobilidade urbana é um assunto que necessita mais de atenção. O governo federal com junção do departamento nacional do trânsito, deve investir em vias novas e aprimorar as ruas das metrópoles, por meio da verba do governo. Ademais, devem visar o fim do congestionamento e, consequentemente à redução de acidentes. Se tais medidas forem cumpridas, o Brasil estará em outra grande transformação na mobilidade urbana, assim como ocorreu na década de 50.