A mobilidade urbana no Brasil

Enviada em 07/08/2020

Desde a segunda metade do século XX, o mundo passou por diversas transformações dentre elas  a criação dos automóveis. Contudo, esse processo de globalização gerou consequências negativas dificultando a mobilidade urbana, seja pela falta do uso de transportes alternativos, seja pela quantidade exorbitante de carros. Logo, é necessário pontuar medidas públicas que atenuem a problemática para o bem estar social.

A priori, cabe mencionar que a inoperância estatal em relação a qualidade do transporte público é formentador do empecilho. Dessa maneira, é previsto no Art. 6º da Constituição Federal de 1988, o transporte público é um direito social. Nesse contexto, se o Estado oferecer um serviço de qualidade, a população utilizaria esse como uma alternativa de locomover pelos centros urbanos, assim diminuindo o transito de veículos nas ruas brasileiras.

Além disso, vale destacar que nas grandes cidades tem muitos engarrafamentos devido a quantidade de carros dificultando a vida das pessoas. Já dizia Maxwell Salgado, enquanto as alternativas de mobilidade urbana estiverem beneficiando carros, o trânsito não irá melhorar. Nesse viés, quanto mais carros forem produzidos será pior para a sociedade, assim é necessário medidas para a minimizar os efeitos do excesso de carros. Nesse aspecto, é inadmissível a inércia estatal na resolução desse óbice.

Urge, portanto, a necessidade de solucionar os problemas supramencionados, para harmonizar o cenário nacional. O Ministério da infraestrutura em parceria com o Governo, devem realizar  projetos de melhoria no transporte público bem como o a construção de ciclovias, por meio de verbas disponibilizadas pelo tribunal de contas da união, a fim, de garantir uma melhor mobilidade dos indivíduos. Somente assim, o Brasil poderá superar essa questão e tornar uma nação melhor.