A mobilidade urbana no Brasil
Enviada em 24/08/2020
consoante pesquisa realizada em 2016. O FGV ( Fundação Getúlio Vargas) ratificou a percepção social brasileira acerca de mobilidade urbana no Brasil. A partir disso, percebe que a sobrecarregamento da mobilidade reverbera prejuízos à sociedade e, assim, torna-se indispensável o investimento em melhores práticas de mobilidade. Ademais, para a efetividade dessa ação e prioritária a análise de aumento dos transportes públicos e tempo de deslocamento gasto pela população.
Em primeiro plano, o transporte público. Neste sentido e cabível analisar a obra, " o homem deve criar as oportunidades e não somente encontrá-las." de Francis Bacon, na qual, entre os anos de 2002 e 2012, segundo dados do Observatório das Metrópoles, enquanto a população brasileira aumentou 12,2%, o número de veículos registrou um crescimento de 138,6%. Com efeito, ao aumento de veículos deve-se aumentar a organização territórial.
outrossim, o tempo de deslocamento, por outro viéis aumentando não só pelos excessivos congestionamentos e trânsito lento nas ruas das cidades, mas também pelo crescimento desordenado delas, com o avanço da especulação imobiliária e a expansão das áreas periféricas, o que contrasta com o excessivo número de lotes vagos existentes. Se as cidades fossem mais compactas, os deslocamentos com veículos seriam mais rápidos e menos frequentes.
Em vista do exposto, percebem-se os maleficios do trasnporte público. Dessarte, urge que o Ministério da insfraestrura, estudar às melhorias a ser feitas na mobbilidade brasileira, por meio de investimento principalmente no transporte público, outra proposta é a diversificação dos modais de transporte. Ao longo do século XX, o Brasil foi essencialmente rodoviarista, em detrimento do uso de trens, metrôs e outros. A ideia é investir mais nesses modos alternativos, o que pode atenuar os excessivos números de veículos transitando nas ruas das grandes cidades do país.