A mobilidade urbana no Brasil
Enviada em 23/09/2020
A Constituição de 1988 atribui à todos o direito de ir e vir. Entretanto, os problemas relacionados a locomoção dentro das cidades vem aumentando, já que a má estruturação das cidades e a insuficiência dos transportes são as principais causas.
Em primeiro plano, a Revolução Industrial causou o êxodo rural, levando ao crescimento acelerado das cidades e o mau planejamento. Com isso, a estrutura urbana não acompanhou o aumento populacional e também não supriu a necessidade de locomoção. Segundo o site do “G1”, os moradores de São Paulo gastam mais de duas horas no trânsito. Dessa forma, as pessoas que dependem da locomoção sofrem com os males da falta de estrutura.
Ademais, vale destacar a ausência dos transportes públicos que atendam a demanda populacional. Consequentemente, há uma imensa lotação nos ônibus e metrôs- ou seja, existem mais pessoas do que transportes ofertados-, além do congestionamento no trânsito, principalmente em “horários de pico” que há um grande fluxo de pessoas se locomovendo nos mesmos horários. De acordo com o site “EL País”, a linha metroviária é a menos ofertada no Brasil. Desse modo, a ineficácia dos transportes impedem a agilidade de locomoção populacional.
Portanto, medidas exequíveis são necessárias para resolver tal impasse. Cabe ao Ministério da Infraestrutura proporcionar a ampliação do transporte metroviário e linhas de ônibus, além da construção de mais vias públicas por meio de um projeto de lei entregue ao Congresso Nacional. Nele deve constar que, todas as cidades possuam melhores acessos aos transportes públicos/ coletivos e as vias possuam faixas duplas, a fim de melhorar a qualidade de locomoção da população. Feito isso, o Brasil melhorará a mobilidade urbana.