A mobilidade urbana no Brasil
Enviada em 25/09/2020
Criado durante o governo de Juscelino Kubitscheck, o Plano de Metas pretendia industrializar e garantir o progresso brasileiro. Assim, visando o desenvolvimento econômico, foram atraídas empresas automobilísticas para o país. Porém, a intensa produção de carros trouxe consequências que ainda são enfrentadas atualmente. Dessa forma, faz-se necessário discutir acerca da indispensável educação no trânsito e sobre os impactos socioambientais gerados pela problemática.
A priori, cabe mencionar a necessidade educacional no deslocamento de veículos. Interpretada por Zé Neto e Cristiano, dupla sertaneja de sucesso na atualidade, a música “Amigo Taxista” retrata o cuidado do homem ao chamar um táxi, já que o indivíduo se embebedou e não tem condições de dirigir, preferindo assim, deixar o carro estacionado e evitar possível acidente no trânsito.
A posteriori, vale destacar que as condições de descolamentos populacionais são precárias. De acordo com a Primeira Lei de Newton, um corpo tem tendência a permanecer em seu estado natural, ou seja, em repouso, caso não haja forças externas capazes de modificá-lo de posição. Nesse contexto, assim como na Física, a sociedade tende a reproduzir atitudes atuais, tal como preferir se deslocar através de um automóvel próprio, gerando mais poluição, visto que o transporte público viola o direito de ir e vir do cidadão.
Mediante o exposto, infere-se, portanto, que medidas devem ser tomadas a fim de diminuir os impactos causados pela mobilidade urbana na sociedade brasileira. Desse modo, cabe ao Sistema Educacional Brasileiro, a inserção da disciplina de educação no trânsito nas escolas, de modo com que seja ensinado o direito e o dever de um cidadão consciente nas ruas, com o objetivo de criar jovens responsáveis. Ademais, o Estado deve investir no setor público de transportes, a fim de diminuir a poluição causada pela quantidade de veículos.