A mobilidade urbana no Brasil

Enviada em 07/10/2020

De acordo com o sociólogo Durkheim, a sociedade funciona como um ‘‘corpo vivo’’, a qual, para ser harmônica e coesa, depende das partes que o compõem.Sendo assim, percebe-se uma falha nesse funcionamento, pois a imobilidade Urbana compromete a fluidez do corpo social por inteiro.Isso se dá não só pelo individualismo das pessoas, mas também pela de falta investimento na infraestrutura pública para sustentar o elevado contingente de pessoas nas grandes cidades.

Em primeiro plano, evidencia-se que o individualismo se relaciona diretamente com a problemática.Na obra ’’ Modernidade líquida’’ de Bauman, o filosofo defende que sociedade atual  é fortemente marcada pelo individual.Nesse ângulo, nota-se que atitude individualista em detrimento da coletividade é umas das principais causas para à imobilidade urbana.Isso ocorre, devido aos indivíduos priorizarem a utilização de veículos particulares, ao invés de transportes coletivos como ônibus, metro, dado que consequentemente diminuiria a razão de veículos por pessoa, e aumentaria a fluidez nos trânsitos também.Assim, como o pensador analisava a sociedade com individualista, no que concerne a imobilidade urbana se encaixa perfeitamente na perspectiva do filosofo.

Segundo o filosofo Rousseau, na obra ‘‘Contrato Social’’, cabe ao Estado viabilizar ações que garantem o bem coletivo.No entanto, percebe-se que a imobilidade Urbana, faz-se presente por causa da ausência de ações governamentais que contribuem para melhorar a infraestrutura de movimentação da pessoas nas grandes cidades.Assim, a não fluidez Urbana, ocorre devido a incapacidade das frotas de transportes públicos para sustentar o alto contingente de indivíduos nos horários de ‘‘Rush’’, dado que, em países como China, Japão onde há uma maior número de pessoa por metro quadro do que no Brasil, a minização do congestionamento de pessoas e veículos, transfigura-se pela  pela utlização excessiva de transportes coletivos, como metro, ônibus.Desse modo, segundo o pensador, é responsabilidade do Estado ampliar os meios de transportes públicos para amenizar à imobilidade urbana.

Portanto, tendo em vista a problemática debatida, fica evidente que medidas devem ser providenciadas pelo Estado. Cabe, ao ministério da infraestrutura, em parceria com órgãos de transporte, o ampliamento das frotas de transportes públicos, e estabelecendo regras nos horários de picos, a exclusividade de faixas para veículos coletivos nos centros, avenidas, a fim de que as pessoa passem a priorizar os transportes coletivos pelo seu dinamismo e rapidez de deslocamente, e diminua a o excesso de veículos particulares nos horários de ‘‘Rush’’.