A mobilidade urbana no Brasil

Enviada em 12/11/2020

Durante o governo de Juscelino Kubitschek, o presidente criou políticas para incentivar a construção de rodovias e o crescimento da indústria automobilística. No entanto, esse estímulo do governo causou impactos até hoje, de fato que a compra de veículos para uso pessoal só aumenta. Tendo como consequência congestionamentos intensos, resultando na dificuldade na locomoção.

Mobilidade urbana é tida como a facilidade de deslocamento e bens na cidade. Com isso, nota-se o porquê existe excesso de carro nas ruas atualmente. O engarrafamento é devido precarização do transporte público como ônibus e metrô. A inserção dos meios de locomoção públicos de qualidade fariam com que os cidadãos optassem por eles, como dito, causando assim uma redução na quantidade de carros na rua.

A utilização dos meios de transportes públicos não apenas diminuiria o trânsito, mas também a poluição e a qualidade do ar iria melhorar. Dessa maneira, estará também contribuindo com a saúde daqueles que moram nos centros urbanos que estão mais expostos a doenças do século XXI. Segundo, a Agência de Proteção Ambiental dos EUA a liberação desses gases poluentes podem causar câncer de pulmão e de bexiga. Diante disso, a superlotação automobilística é considerada uma questão ambiental também.

Portanto, cabe ao governo em investir na melhoria dos transportes públicos, dessa forma aumentando a abrangência das linhas de metrô para que haja oportunidade em todo estado e uma maior quantidade de ônibus nas ruas para suportar a capacidade de passageiros. A diminuição das taxas de viagem dos transportes encorajaria o uso. Isso posto, a mobilidade urbana deve melhorar e ter apenas impactos positivos na sociedade.