A mobilidade urbana no Brasil
Enviada em 09/12/2020
Durante o governo de Juscelino Kubitschek (1956-1961), foi colocado em prática um plano desenvolvimentista que incentivou a construção de rodovias, além de favorecer o uso de automóveis particulares. Essa iniciativa foi de grande importância pois facilitou a locomoção entre os estados brasileiros, porém ela teve o objetivo de aprimorar somente um modal de transporte, deixando de lado a necessidade de uma variedade de modais. Essa escolha adequada na dificuldade da mobilidade urbana atual repleta de trânsitos intensos e estresse, e que para ser resolvida não depende só do Estado, mas também da colaboração de toda a população.
Primeiramente, vale ressaltar que Juscelino Kubitschek, em seu governo, colocou em prática o plano de metas, no qual se estabeleceu o início de um investimento em cinco setores: transporte, educação, energia, indústria e alimentação. Na primeira dessas categorias, o então presidente do Brasil se dedica a desenvolver apenas o transporte rodoviário, o que fez com que esse meio principal de transporte sofra uma sobrecarga atualmente.
Portanto, o uso de carros particulares é cada vez mais crescente e causa problemas ambientais, como a poluição do ar e sonora. Visto que os meios de transporte mais utilizados (carros, moto e ônibus) são grandes emissores de gases poluentes, como o CO2, é de extrema importância que a quantidade de automóveis em uso diminua. Além disso, os carros causam uma sonora intensa nos grandes centros urbanos, o que gera estresse e afeta a memória e a atenção dos moradores.
Por tudo isso, percebe-se a necessidade do desenvolvimento de melhorias das calçadas e da iluminação pública, por meio de projetos realizados pelo Estado. Assim, mais pessoas se sentiriam confortável para ir aos lugares caminhando, o que diminuiria a emissão de gases poluentes. Ademais, o governo deve investir nos outros modais de transporte, porque isso auxiliaria na diminuição do fluxo de carros nas grandes metrópoles.