A mobilidade urbana no Brasil
Enviada em 11/12/2020
Segundo o fundador do Greenpeace, Paul Watson, a inteligência é a habilidade das espécies para viver em harmonia com o meio ambiente. Dessa maneira, quando se analisa esse emblema, nota-se veracidade, haja vista que é de suma importância que os indivíduos vivam bem com a natureza. Assim, para alcaçar esse equilíbrio, foi proposta para a mobilidade urbana no Brasil, a sua coletividade, em busca de uma menor poluição. Todavia, por aspectos governamentais, a população opta por não usar o transporte público coletivo, o que gera várias consequências para os cidadãos e para o meio ambiente.
Em primeiro lugar, convém destacar que a incúria do Estado em relação ao transporte público faz com que os cidadãos não os utilizem, dificultando a mobilidade urbana. Nesse sentido, de acordo com a Constituição Federal brasileira de 1988, é dever governamental garantir a segurança e o bem-estar social. Entretanto, é notório que essa proposta é falha na prática, uma vez que os governantes negligenciam a necessidade de adquirir ou reformar os transportes públicos, os deixando em situações precárias, com poltronas sem cinto de segurança e inferrujadas, colocando os usuários desses veículos em risco. Dessa forma, os cidadãos optam por usar seus carros e suas motocicletas, o que aumenta o fluxo da mobilidade urbana, que causa engarrafamentos e a poluição.
Por conseguinte, a população e o meio ambiente sofrem com congestionamentos e com os gases emitidos pelos veículos. Desse modo, cosoante o filósofo Platão, “o importante não é viver, mas viver bem”. Nesse âmbito, é nítido que tem grande relevância que os indivíduos possuam uma boa qualidade de vida, porém os cidadãos brasileiros não vivem dessa forma, visto que, por conta do alto fluxo da mobilidade urbana, a população se estressa no trânsito, o que pode causar problemas estomacais, como gastrite e úceras, e, ademais, também inalam vários gases emitidos pelos carros, que trazem problemas respiratórios. Além disso, esses poluentes também fazem muito mal para o meio ambiente, que fica com um ar impuro, causando chuvas ácidas e a inversão térmica. Logo, é necessário alterar essa realidade.
Portanto, ao se analisar a situação da mobilidade urbana no Brasil, torna-se imprescindível uma escapatória para resolver essa problemática. Posto isso, é fundamental uma ação do Ministério da Cidadania que deve, por meio de apoio e investimentos governamental, comprar uma frota de veículos para transporte público e reformar antigos, tendo uma manutenção por mês, para evitar que estraguem, assim os indivíduos poderão os utilizar sem medo e com segurança. Diante disso, espera-se um menor fluxo da mobilidade urbana, que ocasionará uma melhor qualidade de vida para os cidadãos e para o meio ambiente, de modo a viver em harmonia, como Paul propunha.