A mobilidade urbana no Brasil

Enviada em 25/12/2020

É notório que, no século XVIII, a Revolução industrial provocou diversas inovações para Europa. No Brasil, apesar de tardio, também o impulsionou a uma flexibilização para que então, pudesse se adequar ao progresso. Nesse contexto, o desejo pelo crescimento imaturo trouxe consequências, caracterizadas como a crise da mobilidade urbana, que, de certa forma, expõe a falta de infraestrutura aos transportes públicos.

De início, é interessante entender que, diante da população mundial que hoje chega a 7 bilhões de pessoas, e com a dinâmica trabalhista onde muitos se encontram, sente-se a necessidade de um auxílio na infraestrutura de automóveis, que são os veículos mais presentes em nosso cotidiano. Dados do Jornal Nacional apontam que, em 2017, as taxas de acidentes no trânsito aumentaram em 20% em relação a 2016.

Analisa-se também a baixa qualidade dos serviços prestados para a construção de ciclovias. A partir desse fato, dados da revista saúde e bem-estar indicam que mais pessoas procuram transportes como a bicicleta, pois fazem bem à saúde e traz mais segurança aos que trafegam nas ruas diariamente. Dessa forma, faz-se necessário uma forte atenção a maneiras que facilitem o uso desses meios de transporte.

Logo, apesar dessa crise da mobilidade urbana, encontra-se auxílio no Ministério do Transporte, para que encontre políticas efetivas de restruturação das vias de transporte públicos e também é responsabilidade da sociedade, que se conscientizem e lutem por melhores condições de bem-estar social, pois hoje, é uma causa que necessita ser constantemente avaliada.