A mobilidade urbana no Brasil

Enviada em 07/01/2021

É evidente que, no século XVIII, a revolução industrial provocou diversas inovações para a Europa. No Brasil, apesar de tardio, impulsionou a uma flexibilização para que, então, pudesse se adequar ao progresso. Nesse contexto, o desejo pelo crescimento imaturo trouxe consequências, caracterizadas como a crise da mobilidade urbana, que, de certa forma, expõe a falta de infraestrutura aos transportes públicos. Assim, é importante que haja uma discussão sobre os efeitos negativos da mobilidade urbana e, que medidas devem ser tomadas para que esses efeitos sejam atenuados.

Primeiramente, é importante expor que a mobilidade urbana é inevitável, visto que as pessoas precisam sair de casa para realizar vários tipos de tarefas. No entanto, há preocupações quanto à essa prática. Além disso, é importante destacar que, diante da população mundial que hoje chega a 7 milhões de pessoas, e com a dinâmica trabalhistas, aonde muitos se econtram, exite a necessidade de um auxílio na infraestrutura de automóveis, que são os veículos mais presentes no cotidiano da população.

De acordo com dados da revista saúde e bem-estar, cada vez mais pesoas procuram transportes como a bicicleta, pois fazem bem à saúde e trazem mais segurança aos que trafegam nas ruas diareiamente. No entanto, é importante ressaltar que há uma baixa qualidade de serviços prestados para a contrução de ciclovias. Dessa forma, faz-se necessário uma forte atenção na criação de maneiras que facilitem o uso desses meios de transporte.

Logo, diante da crise da mobilidade urbana, é indipensável que o Ministério do Transporte aplique políticas efetivas de reestruturação das via de transporte público e, também é responsabilidade da sociedade buscas por melhores  condições, visto que é o mínimo que deveria ser garantido para aqueles que pagam seus importos. Dessa forma, será possível melhorar o dia a dia do brasileiro.