A mobilidade urbana no Brasil

Enviada em 03/05/2021

O planejamento dos países subdesenvolvidos foi rápido e desorganizado, o que gerou um problema na mobilidade urbana, pois há cidades brasileiras que concentram muitas pessoas. Desse modo, a locomoção de um local para outro é um desafio nesses lugares, pelo fato de muitos indivíduos optarem pelo carro na hora de transportarem-se, gerando engarrafamentos. Ademais, com o uso intenso do veículo, há um aumento da poluição do ar.

De início, é importante ressaltar que o carro é um símbolo do capitalismo, dessa forma, os seres humanos almejam pelo veículo, e ao locomoverem-se preferem os automóveis pelo conforto e a imagem que têm. De acordo com o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada, apenas 44,3% da população brasileira usa transportes públicos. Logo, esses tipos de locomoção levam mais pessoas, porém, muitas vezes, estão em situações precárias, como: lotação e uma estrutura ruim. Assim, o uso do carro é mais frequente, o que gera os congestionamentos nas rodovias, impossibilitando o trânsito de veículos.

Além disso, o intenso uso dos transportes particulares ocasiona problemas no planeta. Segundo a Organização Mundial da Saúde, São Paulo é a sexta metrópole em poluição do ar causada por carros. Dessa maneira, como muitos indivíduos possuem automóveis, há a queima dos combustíveis fósseis que poluem o ar com o gás monóxido de carbono. Dessarte, existem as contaminações dos ambientes, o que prejudica a saúde das pessoas e a natureza.

Portanto, medidas devem ser tomadas para amenizar essa situação. Em vista disso, cabe ao Conselho Nacional de Trânsito, órgão responsável pela área, intensificar os rodízios de automóveis, por meio da imposição de mais dias por veículo e a aplicação em novas cidades, para que haja uma melhora na mobilidade urbana e uma diminuição da poluição no Brasil.