A mobilidade urbana no Brasil
Enviada em 25/08/2021
O Brasil recebeu incentivo de empresas automobilísticas para construção de rodovias e facilitar a compra de carros. Entretanto, na atualidade, o brasileiro enfrenta desafios para se locomover na cidade. Nesse viés, sobre a mobilidade urbana, cabe analisar dois fatores: a falta de estrutura e as consequências para a saúde mental do cidadão.
A princípio, a maior parte dos trabalhadores praticam a migração pendular, ou seja, deslocamento diário em direção ao centro da metrópole para trabalhar e estudar, o que gera um " engarrafamento". Desse modo, a falta de infraestrutura como ônibus de qualidade e com frequência - para evitar superlotação-, falta de linhas de metrô que envolve toda cidade e a ausência de excesso de carros nas ruas.
Além disso, o trânsito provoca malefícios a saúde da população. Na animação “Din e o Dragão” da plataforma de “streaming Netflix”, os protagonistas saem com urgência para resolver um problema, porém ficam parados no congestionamento, ao olhar para o lado, Din percebe que a maioria dos trabalhadores estão exaustos, doentes e estressados devido à demora. Paralelo à ficção, diversas pessoas desenvolvem doenças psicossociais devido ao estresse gerado pelo tráfego, ademais desenvolvem doenças físicas, como doenças cardíacas, gastrite e doenças na pele (alergia emocional).
Infere-se, portanto, que a mobilidade urbana carece de ajustes. Logo, compete ao Ministério Público promover reformas estruturais e novos meios de locomoção, por meio de verbas governamentais, de forma que os brasileiros não sejam obrigados a utilizar o carro, pois existira outras opções mais viaveis. Assim, o objetivo de melhorar a mobilidade será atingido.