A mobilidade urbana no Brasil

Enviada em 14/09/2021

Em 1960, o ex-presidente Juscelino Kubitschek, promoveu uma política de facilitar as compras de automóveis para trafegar nas estradas do Brasil. Com essa ação , desenvolveu-se uma superlotação de veículos nas grandes metrópoles brasileiras. Diante desse panorama, no Brasil, muitos indivíduos sofrem diariamente com engarrafamentos e dificuldades de se locomover para outros lugares, por conta da ausência de um plano diretor que melhore a mobilidade urbana, como também, o aumento de transportes particulares que motivam os congestinamentos no trânsito de veículos.

Em primeiro plano, é importante destacar sobre a necessidade de um planejamento urbano nas grandes cidades brasileiras. A respeito disso, de acordo com a organização “Politize!”, um plano diretor é uma forma ideal para que uma cidade cresça de maneira equilibrada e com estratégias que tenha direção na melhora da qualidade de vida do povo. Nessa perspectiva, os municípios com alta taxa mobilidade urbana, os cidadãos necessitam de facilidades nas movimentações para outros locais, com mais investimentos em ciclovias e aluguéis de meios de transportes sustentáveis, haverá mais indivíduos optando por um deslocamento mais ágil e positivo para o tráfego diário da metrópole. Dessa forma, gradativamente diminuirá os congestionamentos e surgirá o equilibrio planejado.

Sob outro prisma, é imprescindível ressaltar a importância da modernização dos transportes em massa para a população. Análogo a isso, segundo o UOL, com a falta de qualidade nos ônibus e metrôs, muitos sujeitos preferem adquirir seu próprio transporte privado, aumentando assim, o fluxo  de automóveis nas ruas. Nesse sentido, os transportes públicos por levarem um número maior de pessoas acabam sendo mais vantajosos para um mobilidade urbana rápida, porém, muitos cidadãos preferem comprar veículos particulares, pelo fato que esses transportes coletivos não possuírem uma frota maior e não terem conforto para os passageiros. Dessa forma, o Estado deve investir mais em transportes públicos, para evitar que a poúlação superlote os centros urbanos com mais carros.

É necessário, portanto, que medidas sejam tomadas para solucionar esse imbróglio. Destarte, cabe ao Ministério da Infraestrutura, realizar mais incentivos políticos nos municípios com alta taxa populacional, por meio de investimentos financeiros nas grandes metrópoles brasileiras, juntamente com um plano diretor que seja aplicado e promova uma qualidade de vida para a população em voga, a fim que os cidadãos prefiram se locomover em meios de deslocamentos mais saudáveis ao meio ambiente e desenvolva o equilíbrio com trânsito de veículos privados. Além disso, os Estados brasileiros podem, ainda, modernizarem suas frotas de ônibus, para as pessoas diminuirem a compra de carros. Somente assim, a mobilidade urbana no Brasil tornará mais ágil e sustentável para todos.