A mobilidade urbana no Brasil
Enviada em 19/10/2021
O penúltimo episódio da série “Em movimento” relata a eficiência da mobilidade da maior metrópole do mundo,Tóquio, no Japão. De maneira análoga a isso, a mobilidade urbana no Brasil enfrenta entraves. Nesse sentido, destacam-se dois aspectos importantes que se relacionam a essa problemática, desenvolvimento errôneo e transitividade comprometida.
Em uma primeira análise, vê-se que o planejamento excludente é causa para a existência da questão. A esse respeito, o presidente do século XX, Jucelino Kubitschek, trouxe ao Brasil seu plano de metas, o qual investiu majoritariamente no modelo rodoviarista e excluiu os outros. Ademais,por ser um modal de manutenção cara e economicamente ineficiente, pois permite a passagem de civis e transportadoras nos mesmos locais, ou seja, não tem espaço para todos. Evidencia-se, portanto, o desenvolvimento falho como motivador da adversidade.
Ademais, o inchaço urbano é fator consequente do problema. Nessa perspectiva, a Fundação Getúlio Vargas (FGV), mostrou em uma pesquisa que a frota de carros aumentou 400% no ultimos 10 anos, isto é, essa crescente acarreta em engarrafamentos, os quais geram acidentes e até brigas motivadas pelo estresse. Além disso, a Organização Mundial da Saúde afirma que o Brasil é o terceiro país mais violênto no transito. Desse modo, é indubitável que a locomoção cabida é consequência da problemática.
Dessa forma, medidas precisam ser tomadas para mitigar as dificuldades da transitividade brasileira. Por conseguinte, o Governo Federal e o Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação, devem desenvolver metrôs que viajem por baixo da terra em túneis a vácuo e capsulas de maneira elétrica, os quais caberam muitas pessoas e compartimentos para transportar cargas. A fim de conceder mais conforto para população e mais eficiência para transportadoras, pois não haverá trânsito. Somente assim, o episódio relatado na série será uma realidade no Brasil.