A mobilidade urbana no Brasil

Enviada em 05/11/2021

A Revolução Industrial no século XVIII trouxe mudanças no cenário econômico, produtivo e espacial. No entanto, o processo de êxodo rural foi muito intenso nesse período, trazendo várias modificações no espaço geográficos das cidades e interferindo negativamente no meio ambiente. Pode-se dizer, então, que a falta de planejamento urbano e os baixos investimentos em meios de locomoção sustentável protagonizam a manifestação do revés.

Em primeiro lugar, deve-se pensar medidas para resolver o processo supracitado da falta de planejando urbano. É apropriado fazer uma comparação com os moradores da Noruega que podem se dar ao luxo de morar perto do trabalho nos dias úteis e nos finais de semana repousar no campo, segundo o projeto cidade sobre os trilhos feitos por arquitetos, que pensaram numa maneira menos danosa ao espaço geográfico e para facilitar a vida do trabalhador. Entrando, no Brasil como cidades são construís com pouco ou nenhum planejamento é vão crescendo descontroladamente. Desse modo, maior investimento em projetos de área das cidades e suma importância para o convívio social.

Em segundo lugar, vale saliente como a falta de investimento em meio de locomoção sustentável afetam o ecossistema. Além disso, é pertinente trazer uma análise do governo de Juscelino Kubitschek aonde houve um investimento imenso na indústria automobilística, nenhum carro era visto como sinônimo de status social. Por outro lado, com a maior facilidade de acesso para adquirir um veículo se tornado algo comum e danoso ao maio ambiente, pois libera grande quantidade de dióxido de carbono (CO2) na atmosfera causando sérios danos da camada de ozônio. Dessa forma, maior utilização de transporte coletivos e meios de transporte menos danosos a biosfera do planeta são de extrema importância.

Infere-se, portanto, que a mobilidade urbana é um grande desafio no Brasil. Sendo assim, o governo federal, como instância máxima do poder executivo deve atuar em favor da população, por meio de incentivos nos meios ecológicos de locomoção, liberando maiores verbas e abaixando como tarifas de transporte coletivo, para que possa haver melhores condições de locomoção, qualidade de vida e minimizar os impactos no meio ambiente.