A mobilidade urbana no Brasil

Enviada em 19/12/2021

Juscelino Kubitschek, com seu plano desenvolvimentista, favoreceu o modelo rodoviarista de transportes e a instalação instalação da indústria automobilística no Brasil. No entanto, essas medidas acarretaram vários problemas para a mobilidade urbana, que é uma área dependente de ações conjuntas entre população e o Estado. Assim, afetando negativamente a economia, saúde mental e colocando em risco a vida de cidadãos.

Em primeiro plano, evidencia-se a falta de segurança nos transportes públicos, no qual o indivíduo se expõe ao perigo até mesmo para se deslocar curtas distâncias. Segundo Frederic Bastiat, só se pode esperar segurança e liberdade do governo, porém a população enfrenta crises diárias no trânsito devido ao péssimo condicionamento dos ônibus , sob a constante tensão de que acidentes ocorram nos veículos, sendo uma emoção assustadora que os cercam.

Consequentemente, tais adversidades infligem uma grande quantidade de estresse, aumentando exponencialmente a ansiedade e problemas respirátorios dos passageiros. De acordo com Hipócrates, médico e filósofo da Grécia Antiga, “O homem saudável é aquele que possui um estado mental e físico em perfeito equilíbrio.” Contudo, mente e corpo dos civis são constantemente prejudicados nas situações descritas anteriormente, influênciando no sistema de saúde e riqueza do país.

Dessarte, medidas são necessárias para que a problemática da mobilidade urbana no Brasil seja combatida. Como forma de garantir isso, o Ministério da Infraestrutura, deve criar modelos de veículos inspirados nas novas tecnológias estrangenheiras, com ares-condicionados, a fim de melhorar a respiração, e kits médicos, possibilitando um atendimento. Além disso, fornecer cursos de primeiro socorros aos cobradores, para que consigam utilizar de melhor forma o matérial disponibilizado.