A mobilidade urbana no Brasil
Enviada em 04/05/2022
Estresse, ansiedade, e queda da produtividade, esses são alguns dos problemas causados pela precariedade da mobilidade urbana brasileira. No Brasil, hodiernamente, a questão supracitado está presente no cotidiano de milhares de cidadãos que se deparam com diversos empecilhos, como o engarrafamento no trânsito ou o atraso do ônibus, ao sairem de casa, e isso se dá devido à baixa infraestrutura das ruas e avenidas, além de trazer consequências para o indivíduo.
Cabe ressaltar, de início, a ausência de estrutura como um dos complicadores. Durante o mandato do presidente Juscelino Kubtischek, o país verde amarelo recebeu um alto investimento em diversos modelos industriais, inclusive o automobilístico, que contribuiu para um aumento na aquisição de automóveis. Apesar do plano de JK ter trazido benefícios para a economia, ele trouxe mazelas para a população, haja vista que a estrutura do meio urbano não estava preparada para receber a quantidade de meios de transportes que foram adquiridos, o que contribuiu para o início do crescimento de uma mobilidade urbana cada vez mais precária.
Dito isso, vale salientar as sequelas que uma má locomobilidade trás para os brasileiros. O artigo 5 da Constituição prediz que todos têm o direito de ir e vir no território nacional. Contudo, a ausência de uma oportunidade de locomoção de qualidade fere esse direito, uma vez que muitas pessoas utilizam um sistema locomotivo com diversas falhas , como a má formulação dos ônibus que são desconfortáveis e recebem uma alta quantidade de indivíduos, que impedem, a livre circulação. além destas falhas, os cidadãos muitas vezes tem sua produtividade prejudicada com o estresse de necessitar de um meio de transporte que tem um custo alto, e na maioria dos casos sempre atrasa.
Portanto, para que se melhore a mobilidade urbana no Brasil, faz-se necessário que as prefeituras, átraves de campanhas de incentivo, mostrem a população os benefícios de caronas compartilhadas, com a finalidade e reduzir o número de motoristas nas estradas, para que assim o que está escrito no artigo 5 seja, de fato, concretizado.